Achava que estava protegida
De gigantes e de feras,
Vivendo em seu castelo.
De longe via o mundo
Da forma como ele não é.
Do alto, contemplava
As belas paisagens
E quase podia tocar as nuvens.
Todos os dias
Mirava seus olhos ao horizonte
E via o sol se despedindo
E abrindo espaço à lua.
Que brilhava reluzente,
Não se importando.
Achava que nada lhe atingiria.
Das más notícias não sabia.
Até perceber que seu castelo
Não era uma fortaleza,
Não passava de areia...
Então, sentiu-se como os normais se sentem.
Caiu em si.
Viu-se despida de suas ilusões-
Ilusões que criara
Quando era ela e o castelo.
Loretta.
sábado, 29 de setembro de 2012
"Hoje a noite não tem luar"
Sim, hoje não vi a lua.
As estrelas se esconderam de mim.
O infinito partiu.
O finito estendeu-se.
Sou só eu.
No meu mundo
Que só eu criei.
Embalada pela negritude da noite.
Com o brilho da escuridão nos olhos.
Hoje a noite não tem luar.
Não tem um suspiro.
Não tem o elo perdido.
Estou só com meus pensamentos.
Com minhas emoções e sensações.
Minhas vontades e angústias.
Tentando me encontrar novamente.
Quando já havia me aquietado,
Me conformado,
Agitou-se minha cômoda inércia
E meu simples sentido.
Afinal, hoje a noite não tem luar.
Não tem ninguém.
Sou só eu
No mundo que eu criei.
Loretta.
As estrelas se esconderam de mim.
O infinito partiu.
O finito estendeu-se.
Sou só eu.
No meu mundo
Que só eu criei.
Embalada pela negritude da noite.
Com o brilho da escuridão nos olhos.
Hoje a noite não tem luar.
Não tem um suspiro.
Não tem o elo perdido.
Estou só com meus pensamentos.
Com minhas emoções e sensações.
Minhas vontades e angústias.
Tentando me encontrar novamente.
Quando já havia me aquietado,
Me conformado,
Agitou-se minha cômoda inércia
E meu simples sentido.
Afinal, hoje a noite não tem luar.
Não tem ninguém.
Sou só eu
No mundo que eu criei.
Loretta.
As promessas não foram para sempre
Que dor!
Que desconsolo daquela pobre senhorita.
Não havia nada que a confortasse.
O choro,
Os gemidos de desespero,
A dor...
Imensuráveis,
Incompreendidos aos olhos dos que a viam.
Ela derramou oceanos de lágrimas,
Sua força se esgotou.
Sua voz se enfraquecera.
Seus olhos permaneciam molhados
E suas mãos, frias.
Não havia forças para levantar.
Só sabia lágrimas derramar
E chorar...
Não encontrava nada mais que
A fizesse se esquecer
De toda uma história
Que juntos, fizeram crescer.
Ele não mais a ama.
E ela, por isso pranteia.
Está em outro lugar,
Não mais voltará.
Jamais escreverão
A história que criaram
Quando juntos estavam.
As promessas não foram para sempre.
Loretta.
Que desconsolo daquela pobre senhorita.
Não havia nada que a confortasse.
O choro,
Os gemidos de desespero,
A dor...
Imensuráveis,
Incompreendidos aos olhos dos que a viam.
Ela derramou oceanos de lágrimas,
Sua força se esgotou.
Sua voz se enfraquecera.
Seus olhos permaneciam molhados
E suas mãos, frias.
Não havia forças para levantar.
Só sabia lágrimas derramar
E chorar...
Não encontrava nada mais que
A fizesse se esquecer
De toda uma história
Que juntos, fizeram crescer.
Ele não mais a ama.
E ela, por isso pranteia.
Está em outro lugar,
Não mais voltará.
Jamais escreverão
A história que criaram
Quando juntos estavam.
As promessas não foram para sempre.
Loretta.
Acabou...
Hoje eu vi o sofrimento dela.
Vi suas lágrimas caírem desesperadamente.
Seu soluçar era incontrolável
Não querendo acreditar no que ouvira.
Diziam que se amavam.
Ele a atraiu para si
E depois foi embora.
Não disse o que faria
Nem para onde iria.
Ela soube...
Ele tem data de casamento marcada.
Irá, para sempre, estar ao lado de outro alguém
Que não é ela.
Ela chorou.
Não acreditou.
De profunda dor sua alma se envolveu.
E seu coração, em pedaços,
Não quer se recompor.
O tempo não poderá apagar essa dor.
Essa ferida é profunda demais.
E ele nem se despedira...
Nem lhe contara.
Que infelicidade!
Que sofrimento!
Não há alento,
Nem sorriso
No rosto dela.
Seus olhos estão fundos.
Seu semblante, desfigurado.
Suas mãos, tremem.
Seu cabelo está desordenado.
Perdera a única coisa que lhe restara.
Na verdade, nunca a tivera.
Ele se foi...
Acabou.
E ela, desconsolada,
Inconformada,
Chora...
Chora...
Chora.
Acabou!
Loretta.
Vi suas lágrimas caírem desesperadamente.
Seu soluçar era incontrolável
Não querendo acreditar no que ouvira.
Diziam que se amavam.
Ele a atraiu para si
E depois foi embora.
Não disse o que faria
Nem para onde iria.
Ela soube...
Ele tem data de casamento marcada.
Irá, para sempre, estar ao lado de outro alguém
Que não é ela.
Ela chorou.
Não acreditou.
De profunda dor sua alma se envolveu.
E seu coração, em pedaços,
Não quer se recompor.
O tempo não poderá apagar essa dor.
Essa ferida é profunda demais.
E ele nem se despedira...
Nem lhe contara.
Que infelicidade!
Que sofrimento!
Não há alento,
Nem sorriso
No rosto dela.
Seus olhos estão fundos.
Seu semblante, desfigurado.
Suas mãos, tremem.
Seu cabelo está desordenado.
Perdera a única coisa que lhe restara.
Na verdade, nunca a tivera.
Ele se foi...
Acabou.
E ela, desconsolada,
Inconformada,
Chora...
Chora...
Chora.
Acabou!
Loretta.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Noites frias
Em noites frias,
Os pensamentos são mais intensos.
As lembranças resolvem não dar trégua.
Os sonhos são mais tristes.
As lágrimas, mais frequentes.
Em noites frias,
A saudade é maior.
A dor aumenta.
A solidão invade.
O suspiro...
Em noites frias,
As gotas de chuva batem na janela.
O vento sopra mais ferozmente.
A escuridão é mais assustadora.
A lua não brilha
E as estrelas não querem aparecer.
Em noite frias,
Me embrulho nas ondas do mar gelado
E me envolvo com a saudade.
Me cubro de alento.
Me perco, me encontro.
Em noites frias.
Loretta.
Os pensamentos são mais intensos.
As lembranças resolvem não dar trégua.
Os sonhos são mais tristes.
As lágrimas, mais frequentes.
Em noites frias,
A saudade é maior.
A dor aumenta.
A solidão invade.
O suspiro...
Em noites frias,
As gotas de chuva batem na janela.
O vento sopra mais ferozmente.
A escuridão é mais assustadora.
A lua não brilha
E as estrelas não querem aparecer.
Em noite frias,
Me embrulho nas ondas do mar gelado
E me envolvo com a saudade.
Me cubro de alento.
Me perco, me encontro.
Em noites frias.
Loretta.
Passou...
Como neblina, passou.
Como o vento que arrepia, passou.
Como a escuridão se vai com a luz do dia, passou.
Passou...
Como em uma noite fria,
Sem luar, nem brilhantes no céu,
É receber inspiração em meio à negritude,
Apareceu.
Mas, num instante se foi.
Partiu. Passou.
Adeus!
Loretta.
Como o vento que arrepia, passou.
Como a escuridão se vai com a luz do dia, passou.
Passou...
Como em uma noite fria,
Sem luar, nem brilhantes no céu,
É receber inspiração em meio à negritude,
Apareceu.
Mas, num instante se foi.
Partiu. Passou.
Adeus!
Loretta.
Meu Adeus
São as últimas palavras.
É o meu último suspiro.
Partirei.
Não levarei nada comigo,
A não ser a saudade.
Não quero as lembranças -
São muito doloridas.
Não quero o que no princípio,
Era para sempre,
E hoje, não passa de
Um verbo conjugado no pretérito perfeito.
Sim, fora perfeito...
Talvez até mais-que-perfeito.
Mas não passa de pretérito.
Agora, pensando bem,
Até a saudade não quero mais comigo.
Pois, para tê-la, seria preciso lembrar,
E são das lembranças que quero me esquecer.
São estas minhas palavras.
Não deixo nem levo a saudade.
O que fora, não é mais.
E o que seria, não o é.
Partirei.
Irei para bem longe.
Esse é o meu adeus.
Não chore.
Não caiam lágrimas desses olhos vazios.
Talvez nem seja para sempre - nada o é -
Mas não voltarei.
Não quero levar nada.
Mas sei que não conseguirei...
Assim, meu pranto,
Meu coração saudoso,
Minhas mãos vazias
E meus olhos transbordantes de lágrimas,
Levarei comigo.
Sim, isso levarei.
Agora,
Esse é o meu último suspiro...
O meu último adeus!
Loretta.
É o meu último suspiro.
Partirei.
Não levarei nada comigo,
A não ser a saudade.
Não quero as lembranças -
São muito doloridas.
Não quero o que no princípio,
Era para sempre,
E hoje, não passa de
Um verbo conjugado no pretérito perfeito.
Sim, fora perfeito...
Talvez até mais-que-perfeito.
Mas não passa de pretérito.
Agora, pensando bem,
Até a saudade não quero mais comigo.
Pois, para tê-la, seria preciso lembrar,
E são das lembranças que quero me esquecer.
São estas minhas palavras.
Não deixo nem levo a saudade.
O que fora, não é mais.
E o que seria, não o é.
Partirei.
Irei para bem longe.
Esse é o meu adeus.
Não chore.
Não caiam lágrimas desses olhos vazios.
Talvez nem seja para sempre - nada o é -
Mas não voltarei.
Não quero levar nada.
Mas sei que não conseguirei...
Assim, meu pranto,
Meu coração saudoso,
Minhas mãos vazias
E meus olhos transbordantes de lágrimas,
Levarei comigo.
Sim, isso levarei.
Agora,
Esse é o meu último suspiro...
O meu último adeus!
Loretta.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Vou chorar...
Ouvi uma música,
E com o ritmo,
Você apareceu...
Não pude evitar.
Vou chorar.
Andei pelas ruas,
Alguém me fez
Lembrar você.
Foi muito forte.
Vou chorar.
Li uma história,
Sem final feliz.
Recordei-me de você.
Meu coração agitou-se.
Vou chorar.
Ouvi uma risada,
E sem olhar,
Meus olhos te viram.
Minhas pernas estremeceram.
Vou chorar.
Senti um perfume,
Respirei fundo
Para deixá-lo guardado.
Fechei os olhos.
Vou chorar.
Abri meus olhos,
Olhei à minha frente...
Era você?
Estou aqui,
Consegue me ver?
Se foi...
Vou chorar.
Loretta.
E com o ritmo,
Você apareceu...
Não pude evitar.
Vou chorar.
Andei pelas ruas,
Alguém me fez
Lembrar você.
Foi muito forte.
Vou chorar.
Li uma história,
Sem final feliz.
Recordei-me de você.
Meu coração agitou-se.
Vou chorar.
Ouvi uma risada,
E sem olhar,
Meus olhos te viram.
Minhas pernas estremeceram.
Vou chorar.
Senti um perfume,
Respirei fundo
Para deixá-lo guardado.
Fechei os olhos.
Vou chorar.
Abri meus olhos,
Olhei à minha frente...
Era você?
Estou aqui,
Consegue me ver?
Se foi...
Vou chorar.
Loretta.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Você no meu mundo
Vivia uma vida tranquila,
Mais do que pedi
Mas não exatamente como sonhei.
Não havia saudade nem aperto no coração
Até você aparecer.
Você me encontrou.
Como?
Invadiu meu mundo,
Fez-se parte dele
E atraiu este coração.
Com seu jeito singular,
Uma maneira ímpar de ser.
Sua fala e escrita,
Sua voz e risada.
Não te vejo,
Mas te conheço.
Sei dos detalhes...
Mesmo quando não há palavras.
Na ausência dos comentários,
É possível saber o que se passa
Por trás dessas letras.
Quem sabe até um sorriso!
Acostumei com isso.
Talvez...
Eu até posso entender o que significa.
E não tem como esconder meu sorriso.
Você não o vê...
Mas está diante dos seus olhos.
Você o causa sem saber,
Sim, é você...
Só você!
Loretta.
E o tempo vai passando...
Parecia que duraria uma vida inteira,
Quando o passado era o presente.
Palavras soltas ao vento,
Foram-se como bolhas de sabão.
Difícil aceitar que passou,
Que ficou para trás
Toda uma vida,
Toda uma história.
Com o passar dos dias,
Acostumo com a ausência,
Com a saudade
E a solidão.
Dizia que era para sempre...
Mas nunca foi.
E o tempo vai passando
E nada acontece.
Nada do que foi prometido,
Nem do dito em silêncio,
Nem o que fora proclamado
Ao mundo inteiro.
E com o passar de meus anos,
Ficaram as lembranças.
Doces e amargas lembranças,
De um tempo que se foi.
Meus dias...
Meus anos...
E o tempo vai passando!
Loretta.
Quando o passado era o presente.
Palavras soltas ao vento,
Foram-se como bolhas de sabão.
Difícil aceitar que passou,
Que ficou para trás
Toda uma vida,
Toda uma história.
Com o passar dos dias,
Acostumo com a ausência,
Com a saudade
E a solidão.
Dizia que era para sempre...
Mas nunca foi.
E o tempo vai passando
E nada acontece.
Nada do que foi prometido,
Nem do dito em silêncio,
Nem o que fora proclamado
Ao mundo inteiro.
E com o passar de meus anos,
Ficaram as lembranças.
Doces e amargas lembranças,
De um tempo que se foi.
Meus dias...
Meus anos...
E o tempo vai passando!
Loretta.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Meus Elementos
MEU AR,
Às vezes me esqueço que preciso dele,
Não o vejo, mas o sinto.
Minha fisiologia necessita de suas ligações
Com minhas hemoglobinas.
Ele me refreca, me arrepia.
Preciso dele para viver.
Meu coração depende dele para pulsar,
Meus músculos, para se contraírem e se distenderem,
Meu sangue, para irrigar.
Meu ar- meu respirar.
MINHA MÚSICA,
Meu coração bate em ritmo melódico,
Em sinfonia, a circulação sistêmica
Dança pelos vasos e capilares.
Também preciso dela para dormir e acordar.
As suas batidas estão na minha cabeça.
Meus dias, em compasso, se vão.
As palavras, em solfejo, se espalham.
Minha música - minha inspiração.
MINHA DOR,
Não me vejo mais sem ela,
Na verdade, nem sei se me acostumaria.
Ela me ajuda a crescer e a amadurecer.
Faz meu coração não disparar por qualquer coisa.
Me lembra de quem eu fui,
E de quem eu devo ser.
Faz meus lábios falarem menos,
Meu andar ser mais vagaroso.
Minha dor- meu destino.
MINHA POESIA,
São meus sentimentos, minhas observações.
Pensamentos em escritos, que compõem
A anatomia de meu ar, minha música e de minha dor.
Minha poesia - meu eu.
Loretta.
Às vezes me esqueço que preciso dele,
Não o vejo, mas o sinto.
Minha fisiologia necessita de suas ligações
Com minhas hemoglobinas.
Ele me refreca, me arrepia.
Preciso dele para viver.
Meu coração depende dele para pulsar,
Meus músculos, para se contraírem e se distenderem,
Meu sangue, para irrigar.
Meu ar- meu respirar.
MINHA MÚSICA,
Meu coração bate em ritmo melódico,
Em sinfonia, a circulação sistêmica
Dança pelos vasos e capilares.
Também preciso dela para dormir e acordar.
As suas batidas estão na minha cabeça.
Meus dias, em compasso, se vão.
As palavras, em solfejo, se espalham.
Minha música - minha inspiração.
MINHA DOR,
Não me vejo mais sem ela,
Na verdade, nem sei se me acostumaria.
Ela me ajuda a crescer e a amadurecer.
Faz meu coração não disparar por qualquer coisa.
Me lembra de quem eu fui,
E de quem eu devo ser.
Faz meus lábios falarem menos,
Meu andar ser mais vagaroso.
Minha dor- meu destino.
MINHA POESIA,
São meus sentimentos, minhas observações.
Pensamentos em escritos, que compõem
A anatomia de meu ar, minha música e de minha dor.
Minha poesia - meu eu.
Loretta.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Te vejo
Lembra do que passou?
Te vejo sorrindo,
Ouço sua gargalhada,
Te vejo ao meu lado,
Sinto seu perfume.
Sinto suas mãos,
Marcadas pelo tempo,
Com cheiro doce e sempre macia.
Suas unhas pintadas...
Te vejo passando comigo
Os anos que estivemos juntas.
Ouço suas histórias,
Vivo escrevendo outras.
Te vejo passeando,
Elegante e sempre sorridente.
Vejo o carisma e simpatia
Que eram suas marcas.
Te vejo deitada ali,
De olhos fechados,
Sem saber do meu choro,
Sem me ouvir, nem me ver.
Te vejo em tudo,
Pois ainda lembro do que se passou.
Loretta.
Te vejo sorrindo,
Ouço sua gargalhada,
Te vejo ao meu lado,
Sinto seu perfume.
Sinto suas mãos,
Marcadas pelo tempo,
Com cheiro doce e sempre macia.
Suas unhas pintadas...
Te vejo passando comigo
Os anos que estivemos juntas.
Ouço suas histórias,
Vivo escrevendo outras.
Te vejo passeando,
Elegante e sempre sorridente.
Vejo o carisma e simpatia
Que eram suas marcas.
Te vejo deitada ali,
De olhos fechados,
Sem saber do meu choro,
Sem me ouvir, nem me ver.
Te vejo em tudo,
Pois ainda lembro do que se passou.
Loretta.
Considerações
Considerando cada palavra que dediquei,
Cada gesto que lhe demonstrei,
Cada sorriso, pensando em você...
Não sei se posso continuar.
Considerando cada poema,
Cada olhar,
Cada pulsação...
Não sei se posso continuar.
Considerando cada sonho,
Cada lágrima derramada,
Cada aperto no coração...
Não sei se posso continuar.
Considero o que vivi,
O que passei,
O que sonhei...
Vejo que não sou capaz de suportar.
Jamais serei.
Nunca fui.
Apenas me acostumei com a rotina
De tê-lo em meus sonhos e pensamentos.
De vê-lo em cada detalhe,
Em cada rosto semelhante,
Em cada música,
Em cada poesia...
Considero que não mereço isso.
Loretta.
Cada gesto que lhe demonstrei,
Cada sorriso, pensando em você...
Não sei se posso continuar.
Considerando cada poema,
Cada olhar,
Cada pulsação...
Não sei se posso continuar.
Considerando cada sonho,
Cada lágrima derramada,
Cada aperto no coração...
Não sei se posso continuar.
Considero o que vivi,
O que passei,
O que sonhei...
Vejo que não sou capaz de suportar.
Jamais serei.
Nunca fui.
Apenas me acostumei com a rotina
De tê-lo em meus sonhos e pensamentos.
De vê-lo em cada detalhe,
Em cada rosto semelhante,
Em cada música,
Em cada poesia...
Considero que não mereço isso.
Loretta.
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