Ao vento sentei.
Deixei o sol me tocar.
Deixei a brisa, música entoar.
Mas não deixei
Meu olhar,
Da tua imagem se desviar.
Bem ao fundo desse olhar,
Solto ao vento,
Guardei teu sorriso,
Guardei teu querer -
Meu bem-querer!
Fechei os olhos,
No silêncio ao redor,
Ouvi a música soar...
Ao ritmo do teu peito,
Do teu coração a palpitar,
Senti teu cheiro,
Suspirei fundo.
Senti teus lábios,
Lentamente no meu rosto.
Voei para outro instante.
Naquele, que só estamos eu e você.
Tuas mãos,
Grandes mãos que me seguram,
Que me acalmam,
Que me acariciam.
Teu olhar,
Que penetra o mais fundo âmago de meu ser,
Que me faz sentir única,
Que me consome inteira.
Quero te ver.
Te sentir.
E jamais te perder!
Você é meu.
E tua eu sou.
Ao vento estou.
Fique aqui comigo!
Loretta di Fiori.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Volte Amanhã
No teu silêncio,
Quero pensar que vai voltar amanhã.
Que vou ser teu sorriso amanhã.
Que me quer amanhã.
Com a tua ausência,
Não sei me acostumar.
Não sei se quer, pensar.
Só quero que volte amanhã.
Que volte a me querer,
Que volte a se apaixonar.
Que volte a suspirar.
Na noite sem luar,
Só quero te abraçar.
Sentir me tocar,
Me beijar.
Mas preciso olhar teus olhos.
Preciso te sentir!
Volte amanhã.
Não vai assim...
Quero ouvir tua voz,
Sentir teus carinhos,
Viver teus amores!
Volte amanhã.
Estou com saudade.
Já é amanhã?
Loretta di Fiori
Quero pensar que vai voltar amanhã.
Que vou ser teu sorriso amanhã.
Que me quer amanhã.
Com a tua ausência,
Não sei me acostumar.
Não sei se quer, pensar.
Só quero que volte amanhã.
Que volte a me querer,
Que volte a se apaixonar.
Que volte a suspirar.
Na noite sem luar,
Só quero te abraçar.
Sentir me tocar,
Me beijar.
Mas preciso olhar teus olhos.
Preciso te sentir!
Volte amanhã.
Não vai assim...
Quero ouvir tua voz,
Sentir teus carinhos,
Viver teus amores!
Volte amanhã.
Estou com saudade.
Já é amanhã?
Loretta di Fiori
Meus Elementos
Há muito, escrevi sobre meus elementos.
O que compunha minha existência.
Meu cerne.
Há pouco, encontrei você.
O que agora, compõe minha existência.
Meu cerne.
Há muito, escrevia poemas sós.
Compunha música sem melodia.
Notas, sem sinfonia.
Há pouco, escrevo você.
Componho esse sorriso.
Esse balançar de cabeça.
Há muito, a tela estava branca.
Sem cor, em repouso.
Esperando o colorido teu.
Há pouco, você chegou.
De cinquenta tons a minha tela encheu.
De músicas, esse ser se fez.
Há muito, era só eu.
Com quatro elementos:
Ar, Música, Dor e Poesia.
Há pouco, você se tornou
Meu quinto elemento:
O quarteto mais um!
Loretta di Fiori.
O que compunha minha existência.
Meu cerne.
Há pouco, encontrei você.
O que agora, compõe minha existência.
Meu cerne.
Há muito, escrevia poemas sós.
Compunha música sem melodia.
Notas, sem sinfonia.
Há pouco, escrevo você.
Componho esse sorriso.
Esse balançar de cabeça.
Há muito, a tela estava branca.
Sem cor, em repouso.
Esperando o colorido teu.
Há pouco, você chegou.
De cinquenta tons a minha tela encheu.
De músicas, esse ser se fez.
Há muito, era só eu.
Com quatro elementos:
Ar, Música, Dor e Poesia.
Há pouco, você se tornou
Meu quinto elemento:
O quarteto mais um!
Loretta di Fiori.
Pra você
Ser sol?
Ser lua?
Brilhar como as estrelas?
Não conseguiria.
Não posso (bem que queria).
Ser amor,
Ser paixão?
Ser comum...
Mas por quê não,
Incomum?
Ser tua,
Ser plural.
Ser a cura...
Que audácia!
Ser eterno enquanto dure,
Ou ser finita e infinita?
Sermos nós.
À sós.
Ora música,
Ora poesia.
Ser seu bem-querer.
Ser seu olhar ao horizonte.
Ser teu sorriso.
Ser teu suspirar!
Teu amar.
Eu serei...
Tudo pra você.
Loretta di Fiori.
Ser lua?
Brilhar como as estrelas?
Não conseguiria.
Não posso (bem que queria).
Ser amor,
Ser paixão?
Ser comum...
Mas por quê não,
Incomum?
Ser tua,
Ser plural.
Ser a cura...
Que audácia!
Ser eterno enquanto dure,
Ou ser finita e infinita?
Sermos nós.
À sós.
Ora música,
Ora poesia.
Ser seu bem-querer.
Ser seu olhar ao horizonte.
Ser teu sorriso.
Ser teu suspirar!
Teu amar.
Eu serei...
Tudo pra você.
Loretta di Fiori.
domingo, 20 de outubro de 2013
Uma homenagem ao Poeta
Para quem das dores, cria versos.
Para quem das cinzas, pinta cores.
Para quem dos sorrisos, tira rima.
O poeta.
Ele, que através da escrita
Faz o derramar das lágrimas.
Faz o gargalhar,
O olhar.
O poeta.
Para quem da natureza, cria viagens.
Para quem do universo, pinta mundos.
Para quem dos desertos, levanta oásis.
O poeta.
Ele, que interage mundos,
Que une indivíduos.
Que inspira,
Que colore.
O poeta.
Para quem da vida, cria crônicas.
Para quem dos fatos, cria fábulas.
Para quem escreve e encanta.
O poeta.
Ele toca, canta e,
Nos seus silêncios,
Grita letras.
Letras que choram.
Letras que riem.
Ele se inspira para inspirar.
Ele se alegra para alegrar.
Ele sorri, para sorrirem.
O poeta.
Ele, com suas sílabas.
Mono, Di ou Poli (sílabas)
Escreve seu coração,
Escreve seus olhares.
O poeta - o encantador de sonhos!
Loretta di Fiori.
Para quem das cinzas, pinta cores.
Para quem dos sorrisos, tira rima.
O poeta.
Ele, que através da escrita
Faz o derramar das lágrimas.
Faz o gargalhar,
O olhar.
O poeta.
Para quem da natureza, cria viagens.
Para quem do universo, pinta mundos.
Para quem dos desertos, levanta oásis.
O poeta.
Ele, que interage mundos,
Que une indivíduos.
Que inspira,
Que colore.
O poeta.
Para quem da vida, cria crônicas.
Para quem dos fatos, cria fábulas.
Para quem escreve e encanta.
O poeta.
Ele toca, canta e,
Nos seus silêncios,
Grita letras.
Letras que choram.
Letras que riem.
Ele se inspira para inspirar.
Ele se alegra para alegrar.
Ele sorri, para sorrirem.
O poeta.
Ele, com suas sílabas.
Mono, Di ou Poli (sílabas)
Escreve seu coração,
Escreve seus olhares.
O poeta - o encantador de sonhos!
Loretta di Fiori.
sábado, 19 de outubro de 2013
A Você
A você, que inspira meus versos.
A você, que pelo olhar, já compreendo as palavras -
Palavras estas, que são silenciadas com um beijo.
A você, que desperta meu sorriso,
Mesmo quando não imagino sorrir.
A você, que cria minhas rimas,
Que colore meus dias mais cinzas.
A você, que dá melodia
Aos meus passos,
Mesmo quando distante dos meus olhos.
A você, que ilumina meus dias nublados,
Que aquece meus dias frios
E me envolve no calor dos teus braços.
A você, que encontra nos teus dias,
Momentos de me fazer sorrir,
De me fazer arrepiar e até suspirar.
A você, que do inesperado,
Provoca meus sentidos.
A você, que faz minhas noites
Serem mais cintilantes
Ao encontrar-te em meus sonhos.
A você, que faz das minhas manhãs
Um motivo para olhar para o céu
E contemplar teu sorriso.
A você, que enche meus olhos,
Que abre meu sorriso,
Que arrepia meu corpo.
A você, que me faz ser mais otimista,
Que me faz encarar o mundo de uma outra maneira.
A você, que me faz ser melhor a cada dia,
A me preocupar com você- unicamente você!
A você, que se tornou essencial em minhas poesias.
A você, que poetisa meus dias com seu jeito único de me ver!
A você, todos os meus versos.
E só a você, todos os meus carinhos!
Loretta di Fiori.
A você, que pelo olhar, já compreendo as palavras -
Palavras estas, que são silenciadas com um beijo.
A você, que desperta meu sorriso,
Mesmo quando não imagino sorrir.
A você, que cria minhas rimas,
Que colore meus dias mais cinzas.
A você, que dá melodia
Aos meus passos,
Mesmo quando distante dos meus olhos.
A você, que ilumina meus dias nublados,
Que aquece meus dias frios
E me envolve no calor dos teus braços.
A você, que encontra nos teus dias,
Momentos de me fazer sorrir,
De me fazer arrepiar e até suspirar.
A você, que do inesperado,
Provoca meus sentidos.
A você, que faz minhas noites
Serem mais cintilantes
Ao encontrar-te em meus sonhos.
A você, que faz das minhas manhãs
Um motivo para olhar para o céu
E contemplar teu sorriso.
A você, que enche meus olhos,
Que abre meu sorriso,
Que arrepia meu corpo.
A você, que me faz ser mais otimista,
Que me faz encarar o mundo de uma outra maneira.
A você, que me faz ser melhor a cada dia,
A me preocupar com você- unicamente você!
A você, que se tornou essencial em minhas poesias.
A você, que poetisa meus dias com seu jeito único de me ver!
A você, todos os meus versos.
E só a você, todos os meus carinhos!
Loretta di Fiori.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Meu Recôndito
Tempestade a caminho.
Ouço trovões.
Dos clarões no negro céu,
Eu desvio meu olhar.
Pingos de chuva a cair:
Lentamente um, dois...
Até meus cabelos molharem,
E minhas roupas grudarem no meu corpo.
Corro para meu recôndito.
De olhos abertos,
Tento enxergar o que está à minha volta.
Vejo vultos,
Ouço ruídos.
Não está muito claro,
Mas sei para onde quero ir,
E onde devo chegar.
Meu caminho até lá,
Não é fácil.
Nem um pouco simples.
Mas há pouco, foi colorido.
Pintado de lindas cores!
Um, dois...
Eles retornam.
Os pingos tornam-se leves-
Não me machucam!
Apenas escorrem pelo meu corpo.
Contornam meu rosto,
Parecendo um choro.
Mas não choro.
Não preciso disso!
Você está aqui para me proteger.
É a cor do meu caminho,
É o sol a raiar após a tempestade.
É o arco-íris...
Quando penso que tudo chegou ao fim,
Você é meu recôndito!
Loretta di Fiori.
Ouço trovões.
Dos clarões no negro céu,
Eu desvio meu olhar.
Pingos de chuva a cair:
Lentamente um, dois...
Até meus cabelos molharem,
E minhas roupas grudarem no meu corpo.
Corro para meu recôndito.
De olhos abertos,
Tento enxergar o que está à minha volta.
Vejo vultos,
Ouço ruídos.
Não está muito claro,
Mas sei para onde quero ir,
E onde devo chegar.
Meu caminho até lá,
Não é fácil.
Nem um pouco simples.
Mas há pouco, foi colorido.
Pintado de lindas cores!
Um, dois...
Eles retornam.
Os pingos tornam-se leves-
Não me machucam!
Apenas escorrem pelo meu corpo.
Contornam meu rosto,
Parecendo um choro.
Mas não choro.
Não preciso disso!
Você está aqui para me proteger.
É a cor do meu caminho,
É o sol a raiar após a tempestade.
É o arco-íris...
Quando penso que tudo chegou ao fim,
Você é meu recôndito!
Loretta di Fiori.
Simplesmente
Simplesmente e displicentemente
Pus tudo a perder?
Como um jogo?
Não sei jogar.
Não quero jogar!
Afinal, isso não é um jogo
Simplesmente.
Mas as cores são belas.
As figuras me encantam.
As músicas me fascinam!
Onde estou agora,
Simplesmente isso?
Não pode ser!
Acorde!
Levante-se!
Isso é mais do que bela paisagem.
É mais do que agradáveis melodias.
Não é simples assim.
Afinal, não é um jogo.
Eu disse que não quero jogar!
Volto a fechar os olhos,
Num instante,
Repouso minha sina
Nesse olhar.
Nesse querer.
Nesse arder!
Poderia torná-lo mais simples,
Mas insisto em complicar...
Por quê?
Por que ainda não aprendi?
Simplesmente porque nunca vivi.
E não é um jogo - nunca foi!
Mas me sinto tão vulnerável
Quanto uma peça
Na mão de um estrategista.
E eu deixo simplesmente.
Mudar?
Está confortável.
Acorde!
Seu tempo acabou.
O trem chegou.
Próxima parada:
Não sei!
Simplesmente, não sei!
Loretta di Fiori.
Pus tudo a perder?
Como um jogo?
Não sei jogar.
Não quero jogar!
Afinal, isso não é um jogo
Simplesmente.
Mas as cores são belas.
As figuras me encantam.
As músicas me fascinam!
Onde estou agora,
Simplesmente isso?
Não pode ser!
Acorde!
Levante-se!
Isso é mais do que bela paisagem.
É mais do que agradáveis melodias.
Não é simples assim.
Afinal, não é um jogo.
Eu disse que não quero jogar!
Volto a fechar os olhos,
Num instante,
Repouso minha sina
Nesse olhar.
Nesse querer.
Nesse arder!
Poderia torná-lo mais simples,
Mas insisto em complicar...
Por quê?
Por que ainda não aprendi?
Simplesmente porque nunca vivi.
E não é um jogo - nunca foi!
Mas me sinto tão vulnerável
Quanto uma peça
Na mão de um estrategista.
E eu deixo simplesmente.
Mudar?
Está confortável.
Acorde!
Seu tempo acabou.
O trem chegou.
Próxima parada:
Não sei!
Simplesmente, não sei!
Loretta di Fiori.
Não foram palavras sós
Sobre a grama,
Contemplando as montanhas altas,
Os verdes campos.
Sob o azul do céu,
A brisa a tocar o rosto
E desarrumar os cabelos,
Estou a pensar.
No desenho das nuvens,
Faço teu sorriso.
Com o tocar do vento,
Posso te sentir.
Você estava ali,
Tão distante de mim.
E eu aqui,
Nos detalhes,
Tentando deixá-lo presente.
Mesmo que ausente.
Ao som do vento,
Me recordo das palavras.
Dos sons e melodias.
Dos versos e poesias.
Risos e sorrisos.
Eu sei, não foram jogados.
Não foram simplesmente.
Aconteceram por um motivo.
Por você! Por mim!
Por nós!
Agora, com palavras sós,
Com olhares a sós,
Com sorrisos em dós,
Me encontro só.
Onde está você agora?
Loretta di Fiori.
Contemplando as montanhas altas,
Os verdes campos.
Sob o azul do céu,
A brisa a tocar o rosto
E desarrumar os cabelos,
Estou a pensar.
No desenho das nuvens,
Faço teu sorriso.
Com o tocar do vento,
Posso te sentir.
Você estava ali,
Tão distante de mim.
E eu aqui,
Nos detalhes,
Tentando deixá-lo presente.
Mesmo que ausente.
Ao som do vento,
Me recordo das palavras.
Dos sons e melodias.
Dos versos e poesias.
Risos e sorrisos.
Eu sei, não foram jogados.
Não foram simplesmente.
Aconteceram por um motivo.
Por você! Por mim!
Por nós!
Agora, com palavras sós,
Com olhares a sós,
Com sorrisos em dós,
Me encontro só.
Onde está você agora?
Loretta di Fiori.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Você, Você! (Parte II)
Encontro você.
A música soa ao fundo,
Vejo me olhar,
Sinto me tocar
E me levar
Para perto.
Fecho meus olhos,
Sinto seu beijo.
Abro meus olhos,
E te vejo.
Contemplo teus olhos
E me vejo neles.
No compasso,
Levo minhas mãos.
Sinto seu calor,
Todo seu amor!
Sua vontade,
Seu prazer,
Seu querer.
Eu, em teus braços,
Me perco -
Me encontro ao te sentir.
Seu coração pulsando
Em ritmo acelerado.
Me despeço,
Te deixo...
Calma, ainda te vejo.
"Te quero, como você me quer".
Loretta di Fiori.
A música soa ao fundo,
Vejo me olhar,
Sinto me tocar
E me levar
Para perto.
Fecho meus olhos,
Sinto seu beijo.
Abro meus olhos,
E te vejo.
Contemplo teus olhos
E me vejo neles.
No compasso,
Levo minhas mãos.
Sinto seu calor,
Todo seu amor!
Sua vontade,
Seu prazer,
Seu querer.
Eu, em teus braços,
Me perco -
Me encontro ao te sentir.
Seu coração pulsando
Em ritmo acelerado.
Me despeço,
Te deixo...
Calma, ainda te vejo.
"Te quero, como você me quer".
Loretta di Fiori.
Você, Você!
Meu pensamento ao longo do meu dia.
Meu sonho quando cai as noites.
Minha canção, minha melodia.
Meu peito a palpitar,
Meu celular a vibrar.
Meu sorriso quando te vejo.
Meu suspirar quando me toca.
Meu repousar quando me abraça.
Meu sorriso, meu luar.
Minha manhã, meu tocar.
Meu olhar, meu acordar.
Minha prosa, minha poesia.
Meus versos, meus acordes.
Minha música, nossa música!
Minhas letras,
Minhas cores.
Meu prazer - teus sabores!
Minha paixão - teus amores!
Meu paraíso- teu beijo!
Loretta di Fiori.
Meu sonho quando cai as noites.
Minha canção, minha melodia.
Meu peito a palpitar,
Meu celular a vibrar.
Meu sorriso quando te vejo.
Meu suspirar quando me toca.
Meu repousar quando me abraça.
Meu sorriso, meu luar.
Minha manhã, meu tocar.
Meu olhar, meu acordar.
Minha prosa, minha poesia.
Meus versos, meus acordes.
Minha música, nossa música!
Minhas letras,
Minhas cores.
Meu prazer - teus sabores!
Minha paixão - teus amores!
Meu paraíso- teu beijo!
Loretta di Fiori.
Meu acorde, minha poesia
Sentei-me diante
Das minhas teclas brancas e pretas.
Fechei meus olhos,
Senti seu respirar,
Senti me beijar,
Ao ouvir nossa música tocar.
Repousei minhas mãos
Diante das linhas brancas,
Segurei meu lápis
E compus minha poesia.
Sob as teclas,
Faço meu acorde.
Em rima, toco seu nome.
Deslisando pelas linhas,
Escrevo você.
O que me faz,
O que me atrai.
Tiro versos,
Troco verbos.
Vou para outro mundo,
Onde faço dos meus versos
Minha sinfonia
E dos meus acordes,
Poesia.
Loretta di Fiori.
Das minhas teclas brancas e pretas.
Fechei meus olhos,
Senti seu respirar,
Senti me beijar,
Ao ouvir nossa música tocar.
Repousei minhas mãos
Diante das linhas brancas,
Segurei meu lápis
E compus minha poesia.
Sob as teclas,
Faço meu acorde.
Em rima, toco seu nome.
Deslisando pelas linhas,
Escrevo você.
O que me faz,
O que me atrai.
Tiro versos,
Troco verbos.
Vou para outro mundo,
Onde faço dos meus versos
Minha sinfonia
E dos meus acordes,
Poesia.
Loretta di Fiori.
Eu, Tu - Ele: Nós
Eu estava inerte,
Sob o preto e branco
Do céu.
No meu mundo, no meu eu.
Na ausência,
Minha presença.
Na presença,
Sua ausência.
Tu estavas por aí.
Sob as cores do céu,
Vivendo seu paraíso,
No seu mundo -
Salvando o meu mundo,
Que era meu,
Sem ao menos,
Saber.
Ele-
Apareceu!
Me viu, me encontrou.
Com o brilho no olhar,
Lábios úmidos,
Então, se aproximou.
O tempo passou.
Luas caíram,
Estrelas brilharam
E se cansaram,
Cedendo lugar ao
Reluzente solar.
Ele apareceu novamente.
Amor? Paixão?
Turbilhão...
Sensação de emoção
Ao ver e sentir seu coração.
Ele me abraçou,
Me envolveu no calor dos seus braços.
Me tocou com suas mãos fortes,
Me beijou.
Me levou àquele paraíso que vivia;
Num instante, meu céu se coloriu
Deixando de ser monocromático tom de cinza.
Da repente, viramos nós.
Falei do eu,
Falei de tu.
O "Ele" que moveu meu olhar,
Que exibiu meu sorriso,
Que cativou meu eu.
Agora, falo de nós -
Do que viramos,
Do que nos tornamos.
Sei do que sinto.
Sei do que vejo.
Somos mais do que dois corpos,
Somos mais que dois -
Somos um - no mesmo sentimento,
Na mesma sensação,
No mesmo momento!
Nos tornamos...
Sim, o nós.
Verbos conjugados no singular
Tornaram-se plural.
Eu, Tu - Ele: Nós.
Loretta di Fiori.
Sob o preto e branco
Do céu.
No meu mundo, no meu eu.
Na ausência,
Minha presença.
Na presença,
Sua ausência.
Tu estavas por aí.
Sob as cores do céu,
Vivendo seu paraíso,
No seu mundo -
Salvando o meu mundo,
Que era meu,
Sem ao menos,
Saber.
Ele-
Apareceu!
Me viu, me encontrou.
Com o brilho no olhar,
Lábios úmidos,
Então, se aproximou.
O tempo passou.
Luas caíram,
Estrelas brilharam
E se cansaram,
Cedendo lugar ao
Reluzente solar.
Ele apareceu novamente.
Amor? Paixão?
Turbilhão...
Sensação de emoção
Ao ver e sentir seu coração.
Ele me abraçou,
Me envolveu no calor dos seus braços.
Me tocou com suas mãos fortes,
Me beijou.
Me levou àquele paraíso que vivia;
Num instante, meu céu se coloriu
Deixando de ser monocromático tom de cinza.
Da repente, viramos nós.
Falei do eu,
Falei de tu.
O "Ele" que moveu meu olhar,
Que exibiu meu sorriso,
Que cativou meu eu.
Agora, falo de nós -
Do que viramos,
Do que nos tornamos.
Sei do que sinto.
Sei do que vejo.
Somos mais do que dois corpos,
Somos mais que dois -
Somos um - no mesmo sentimento,
Na mesma sensação,
No mesmo momento!
Nos tornamos...
Sim, o nós.
Verbos conjugados no singular
Tornaram-se plural.
Eu, Tu - Ele: Nós.
Loretta di Fiori.
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